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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

"Re"descobrindo o Brasil - Novos Líderes

Hoje eu li a reportagem feita pela jornalista Adriana Wilner e pelo fotógrafo Fabiano Accorsi, publicada na revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios (PEGN), edição 251 de dezembro de 2009, sobre a viagem que 16 corajosos empreendedores fizeram até o Amazonas para conhecer e ver de perto as ações que as Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) executam na região e aproveitaram para ver a realidade de uma região onde o Brasil ainda não está totalmente "descoberto". Empreendedores que são, souberam tirar lições durante os quatro dias da viagem e ao final elaboraram um conjunto de ações que vão da política a ajuda sócio-humanitária como contribuição  para melhoria da qualidade de vida da população daquela região. A "Missão Amazônia" foi organizado pela Secretaria de Economia e Finanças do Comando das Forças Armadas e teve como guia o brigadeiro José Hugo Volkmer e o major Paulo Roberto de Carvalho Júnior. O grupo Novos Líderes foi idealizado e é coordenado pelo empreendedor André Skaf, 28 anos, filho do presidente da Fiesp e possível candidato a governador de São Paulo, Paulo Skaf. O grupo conta atualmente com cerca de 500 participantes e atribuíram a si próprios a missão de preparar uma nova geração para assumir o comando do país. A lista completa dos empreendedores participantes da missão, contendo um pequeno resumo sobre eles e os seus negócios, pode ser lida na revista. Aqui expressei meu contentamento em ver que ainda temos muitos empreendedores interessados em não apenas se servir das riquezas do país mais contribuir para a melhoria da qualidade de vida daqueles que não possuem todas as oportunidades para não precisarem de pequenas "esmolas" que de vez em quando o Estado resolve entregar.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Depois da tempestade...

Creio que nunca o "velho", mais atual ditado de que depois da tempestade vem a bonança foi tão acertado como mostram as atuais pesquisas sobre o otimisto que os empresários brasileiros demonstram para 2010. A revista The Economist estampou em sua manchete: "Brazil takes off", ou seja, O Brasil Decola, a mais respeitada revista sobre economia também publicou na mesma edição uma série de matérias e pesquisas que confirmam que a economia brasileira está extremamente favorável a investimentos. A KPMG também confirma a confiança dos empreendedores brasileiros quanto ao ambiente de negócios para 2010, após um levantamento com mais de 11 mil empresas em todo o mundo. A Consultoria Deloitte, na pesquisa "Panorama Empresarial 2010 - Negócios nos novos tempos da economia", concluiu que 95% dos empresários brasileiros estão otimistas em relação aos seus negócios para 2010 e pretendem ampliar os investimentos e a 56a edição da pesquisa Índice Lide-Fundação Getúlio Vargas (FGV) de Clima Empresarial, divulgou que 67% dos executivos pretendem contratar em 2010, o melhor resultado desde 2003, quando a pesquisa foi realizada pela primeira vez. Se realmente as intenções e resultados das pesquisas se concretizarem e na minha opinião tem todas as possibilidades para isso, o Brasil terá em 2010 um ano incomparávem em termos de oportunidades de atração de investimentos estrangeiros e de crescimento interno. E você, caro leitor, acredita que 2010 realmente tem todas as possibilidades para ser uma ano ímpar para a economia brasileira? E por que. Comente e se desejar escreva-me!

domingo, 27 de dezembro de 2009

Vocação Econômica no Brasil

O número de inscrições para o I Prêmio Febraban de Economia Bancária mostra bem a vocação de cada Estado brasileiro na área de economia bancária. Apesar da participação excepcional de 13 Estados  e do Distrito Federal, o número de inscrições confirma o Estado de São Paulo como o maior e mais importante para a economia do país, com destaque também no setor de economia bancária, com um total de 48 inscrições de um universo de 86 trabalhos inscritos. O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar com 10 trabalhos inscritos, Minas Gerais com 06, Distrito Federal e Rio Grande do Sul com 05 trabalhos cada, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia com 02 cada e Paraná, Pará, Espírito Santo, Goiás, Ceará e Alagoas com 01 trabalho cada. Vale ressaltar a importância de instituíções, associações e entidades governamentais desenvolverem trabalhos e promoverem ações que possam incentivar os acadêmicos e profissionais de áreas específicas a contribuírem não só para o debate cientïfico, mais principalmente para o diálogo com a sociedade, só assim teremos condições de continuar crescendo com uma nação justa, democrática e que anseia em ser exemplo de sustentabilidade não só ambiental, mais sócio-econômica. Que tal também prêmios nas áreas de educação e saúde!

Agora emplaca? Brasil IT +

Com uma nova roupagem (logotipo e slogam) e estratégia, o selo Brasil IT + reúne sete representantes privados e entidades governamentais para tentar fortalecer a marca TI "made in Brazil" no exterior e principalmente fazer com que o Brasil se torne um player importante no mercado mundial. Vale a pena ressaltar que importante não é uma posição entre os 10 e sim ser o segundo maior provedor de tecnologia da informação e comunicação. Observando os pilares e a forma com que a as entidades e empresas estão abraçando a proposta é possível perceber que agora vai, ou pelo menos, o projeto é mais objetivo e específico do que aquele iniciado em 2004, quando foi lançado o selo Brazil IT. Ser reconhecido como player blogal, sem dúvida é um dos principais objetivos, como podemos observar na palavras do Ministro de Ciência e Tecnologia (MCT), Augusto Gadelha:  "A questão da marca é importante para que o país passe a ser reconhecido como player global". A empolgação não é só por parte dos integrantes das entidades governamentais, Antônio Gil, presidente da Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) disse que o Brasil "vive um momento mágico". A Índia muito dificilmente perderá o posto de número 1, mais com certeza o Brasil possui competência suficiente para ocupar as lacunas deixadas pelos principais competidores e oferece excelentes soluções no tripé: finanças, governo e manufatura. Os valores também impressionam, segundo estudos das entidades envolvidas, o Brasil pode conseguir entre US$ 25 e US$ 30 bilhões, o que é um valore significativo se olharmos que em 2009 a previsão é de que o setor movimente em torno de US$ 101 bilhões no mundo. Veja a lista das entidades e das empresas participantes do movimento na reportagem de Felipe Dreher, publicada em 07/12/2009 no site da IT Web (http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=63386).