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domingo, 25 de abril de 2010
Empreendedores Chilenos investem no Brasil
O grupo chileno CENCOSUD fez mais uma aquisição no Brasil, dessa vez o alvo foi a pequena rede cearense Super Família. A região nordeste foi a escolhida pelos chilenos para os investimentos feitos no país, além desse controle e da compra da rede sergipana G.Barbosa três anos atrás, existem indícios de que já teriam feito proposta para aquisição da rede Perini, que possui oito lojas em Salvador(BA). O valor do negócio foi pouco mais de R$ 56 milhões, o que inclui as quatro lojas e o Centro de Distribuição (CD) localizado em Fortaleza(CE). Apesar do crescimento ser lento, as vendas locais subiram 5,8% contra apenas 1,7% das operações no Chile. No total a operação do CENCOSUD possui 20 hipermercados, 30 supermercados e 47 farmácias. O mais novo alvo são as Lojas Maia, pertencente a família do mesmo nome e que possui 130 lojas na Paraíba. É sempre bom ver notícias de atração de investimentos de grupos empresariais e investidores de países vizinhos.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Investimentos internacionais na educação brasileira
Já tem algum tempo que o setor educacional brasileiro vem recebendo investimentos não só de grupos nacionais mais também de grupos e fundos de investimentos de fora do país. Um dos casos mais recentes foi a aprovação de um empréstimo obtido pelo Grupo Ser Educacional, controlador da Faculdade Maurício de Nassau junto ao International Finance Corparation (IFC), braço do Banco Mundial (Bird) para o setor privado. O montante do empréstimo é US$ 35 milhões e segundo informações do grupo, irão reforçar o ousado plano de investimento que pretende conquistar 20 mil novos alunos em quatro anos. Se o objetivo for conseguido, o grupo atingirá a marca de 50 mil alunos matriculados.
O grupo pretende construir mais seis campi na região nordeste, onde a Maurício de Nassau é destaque pelo crescimento recente, além de novas aquisições. Recife (PE), João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), Caruaru (PE) e Maceió (AL) estão na lista para receber investimentos do grupo. Segundo Janguiê Diniz, o grupo também pretende entrar na região Norte, muito provavelmente no Pará, Rondônia e Amapá.
Uma prova de que os investimentos com dinheiro de fora do país tem aumentado nos últmos anos vem da própria Maurício de Nassau, em janeiro de 2009 o grupo vendeu participação minoritária para o fundo americano Cartesian Capital, o valor não foi divulgado.
O Brasil e os grupos nacionais que dominam o setor educacional devem aproveitar o bom momento e o grande interesse por parte dos investidores internacionais para captar recursos e continuar investindo. Bons motivos não faltam, o retorno é garantido e praticamente não há risco ao investir em faculdades, principalmente as que atendem a demanda da classe C, que busca cursos de formação técnica e também de graduação que tenham prestações abaixo de R$ 500 reais.
O grupo pretende construir mais seis campi na região nordeste, onde a Maurício de Nassau é destaque pelo crescimento recente, além de novas aquisições. Recife (PE), João Pessoa (PB), Fortaleza (CE), Caruaru (PE) e Maceió (AL) estão na lista para receber investimentos do grupo. Segundo Janguiê Diniz, o grupo também pretende entrar na região Norte, muito provavelmente no Pará, Rondônia e Amapá.
Uma prova de que os investimentos com dinheiro de fora do país tem aumentado nos últmos anos vem da própria Maurício de Nassau, em janeiro de 2009 o grupo vendeu participação minoritária para o fundo americano Cartesian Capital, o valor não foi divulgado.
O Brasil e os grupos nacionais que dominam o setor educacional devem aproveitar o bom momento e o grande interesse por parte dos investidores internacionais para captar recursos e continuar investindo. Bons motivos não faltam, o retorno é garantido e praticamente não há risco ao investir em faculdades, principalmente as que atendem a demanda da classe C, que busca cursos de formação técnica e também de graduação que tenham prestações abaixo de R$ 500 reais.
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Bretas em fase de crescimento
Ocupando o quinto lugar em vendas no país, a rede de supermercados Bretas é o primeiro da lista com capital 100% nacional. O grupo mineiro pretende chegar a 71 lojas até o final de 2010 o que fará aumentar em até 20% o faturamento, que em 2009 foi de R$ 2,1 bilhões. Também não está descartada a entrada de um novo sócio, que muito provavelmente será de fora da família. O diretor do grupo, Estevão Duarte de Assis, que dirige o grupo em sociedade com outros 11 parentes, diz que o grupo tem como principal estratégia "ser grande e pequeno ao mesmo tempo", entenda-se "pequeno" estar presente em cidades médias do interior e destinar até 25% de suas gôndolas para fornecedores locais. Goiânia, capital de Goiás, é a maior cidade onde a rede atua e a maior cidade em que o grupo pretende entrar em 2010 será Vitória da Conquista (BA), cidade com 320 mil habitantes.
A estratégia de privilegiar os fornecedores locais, inclui dar prioridade aos fornecedores locais da região para arroz, sorvete, manteiga, macarrão, detergente, sabão, água sanitária, café e outros produtos. O grupo frequentemente é assediado para vender a rede, mais tem resistido a "tentação" por ainda ter um bom controle dos custos e estar relativamente capitalizado, mais segundo Assis, a entrada de um novo sócio de fora do grupo familiar é vista por todos os sócios com uma forma de manter o crescimento da rede em alta.
A rede nasceu em Santa Maria de Itabira (MG), cidade com pouco mais de 12 mil habitantes, deu seu grande salto ao adquirir as lojas localizadas no interior da antiga rede Casas da Banha, falida em 1999 e a rede Mineirão ficou com as lojas de Belo Horizonte (MG). A decisão do grupo foi concentrar a atuação nas cidades médias e nos últimos dois anos, a prioridade foi o Estado de Goiás. Atualmente 42 das 59 lojas estão em Minas Gerais, 16 em Goiás e 1 na Bahia, na cidade de Teixeira de Freitas.
O investimento previsto para 2010 é em torno de R$ 70 milhões, desse total R$ 50 milhões vem de empréstimo junto ao BNDES, fonte de recurso desde 1998. O município goiano de Itumbiara está entre os escolhidos para receber uma das novas lojas da rede, além de Goiânia.
O diretor do grupo vive em um apartamento de 3 quartos e sem televisão e com uma retirada de apenas R$ 5 mil mensais. Doa R$ 45 mil mensais para entidades vinculadas à ordem franciscana e recentemente foi eleito para a presidência da Associação Mineira de Supermercados.
A estratégia de privilegiar os fornecedores locais, inclui dar prioridade aos fornecedores locais da região para arroz, sorvete, manteiga, macarrão, detergente, sabão, água sanitária, café e outros produtos. O grupo frequentemente é assediado para vender a rede, mais tem resistido a "tentação" por ainda ter um bom controle dos custos e estar relativamente capitalizado, mais segundo Assis, a entrada de um novo sócio de fora do grupo familiar é vista por todos os sócios com uma forma de manter o crescimento da rede em alta.
A rede nasceu em Santa Maria de Itabira (MG), cidade com pouco mais de 12 mil habitantes, deu seu grande salto ao adquirir as lojas localizadas no interior da antiga rede Casas da Banha, falida em 1999 e a rede Mineirão ficou com as lojas de Belo Horizonte (MG). A decisão do grupo foi concentrar a atuação nas cidades médias e nos últimos dois anos, a prioridade foi o Estado de Goiás. Atualmente 42 das 59 lojas estão em Minas Gerais, 16 em Goiás e 1 na Bahia, na cidade de Teixeira de Freitas.
O investimento previsto para 2010 é em torno de R$ 70 milhões, desse total R$ 50 milhões vem de empréstimo junto ao BNDES, fonte de recurso desde 1998. O município goiano de Itumbiara está entre os escolhidos para receber uma das novas lojas da rede, além de Goiânia.
O diretor do grupo vive em um apartamento de 3 quartos e sem televisão e com uma retirada de apenas R$ 5 mil mensais. Doa R$ 45 mil mensais para entidades vinculadas à ordem franciscana e recentemente foi eleito para a presidência da Associação Mineira de Supermercados.
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
Consolidação no setor lácteo
Um acordo da GP Investimentos, através da Monticiano Participações e a Laep cria a quinta maior empresa do setor de leite no país e pelo visto vem mais consolidação por aí, segundo analistas do mercado. No negócio a Laep aportará os ativos de suas controladas Glória Alimentos e Ibituruna, além da licença para uso da marca Parmalat até 2017 e terá cerca de 40% da nova empresa. A Monticiano que é dona da Leitbom será a responsável pela gestão da nova companhia. Os ativos da Parmalat Brasil não entraram na negociação, pois fazem parte da ação de recuperação judicial, entre eles estão as fábricas em Santa Helena de Goiás (GO) e Itaperuna (RJ). Um consórcio entre as cinco fábricas da Leitbom (quatro em Goiás e uma no Pará) e as três da Glória e da Ibituruna, distribuídas em Governador Valadares (MG), Guaratinguetá (SP) e Votuporanga (SP), fará as compras de matéria-prima para as fábricas, ação que reduzirá imediatamente os custos num setor que frequentemente reclama de baixas margens, indicando o estilo de gestão da turma da GP. Pelo visto o setor lácteo brasileiro está ficando cada vez mais vitaminado.
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domingo, 20 de dezembro de 2009
Educação Financeira em escolas públicas
Se realmente se concretizarem os planos do Governo brasileiro e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em 2010 um total de até 1.650 escolas de ensino médio poderão adotar a disciplina de educação financeira. Vale ressaltar que o projeto tem o apoio da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e vem sendo estudado desde 2007. Além de ser uma iniciativa inédita no país, afinal, espera-se que novas disciplinas sejam sugeridas e implementadas através de órgãos e instituições ligadas à educação, o projeto prevê avaliação anual para mensuração dos impactos na educação dos alunos e nos núcleos familiares, já que muitos pertencem à famílias que estão incluídas em algum programa social do Governo. A organização no Brasil é do Comitê de Regulação e Fisccalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização (Coremec), formado por CVM, Banco Central, Secretaria de Previdência Complementar (SPC) e Superintendência de Seguros Privados (Susep). Leia matéria completa no site do Valor, cuja reportagem é de Rafael Rosas, Rio de Janeiro, em 17/12/09. http://www.valoronline.com.br/?impresso/investimentos/91/6007875/educacao-financeira-podera-ser-disciplina-em-escolas-publicas
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O fenômeno "X"
Eike Batista é sem dúvida alguma um dos expoentes do que podemos chamar de "genialidade do empreendedorismo", tirando todas as controvérsias que recaem sobre o empresário, até os mais fervorosos inimigos ou concorrentes assumem a fantástica capacidade de gerar valor a negócios que aparentemente ou aos olhos dos incréculos não atrairíam investidores sem antes mostrar resultados reais e concisos. Mais Eike possui uma espécia de dom que alguns chamam de "toque de midas". Recentemente o negócio que mais tem chamado a atenção do mercado e dos analistas especializados é a LLX Logística, empresa que reúne os negócios portuários do grupo EBS, nesta semana (2a 12/2009) a empresa atingiu a marca de R$ 6 bilhões de valor de mercado. O número é ainda mais impressionante porque a empresa que nem saiu do papel ainda e é superior em 40% aos R$ 4,4 bilhões das três concorrentes que também estão listadas na bolsa: Santos Brasil, Log-Ine e Wilson, Sons. De janeiro até esta semana, as ações da LLX valorizaram 481,4%. A matéria completa mais informações sobre a LLX você encontra na reportagem de Francisco Góes, publicada no jornal Valor em 17/12/2009. http://www.valoronline.com.br/?impresso/caderno_a/83/6007807/llx-logistica-vale-mais-que-concorrentes
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