Rico sim. Apressado não!
O executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, de apenas 25 anos, em recente entrevista ao The Wall Street Journal que apesar de ter um compromisso firmado com investidores e empregados para abrir o capital da empresa não tem pressa e nem está sofrendo pressão do mercado para que isso acontece em breve. Contando com consultores como Paul Otellini, executivo-chefe da Intel e Charles Phillips, da Oracle, Zuckerberg vem obtendo sucesso na forma de administrar e conduzir os negócios. Com duas estruturas votantes no comando do Facebook, a abertura de capital por enquanto está distante dos planos de Zuk - apelido de Zuckerberg.
Apesar de rico, Zuckerberg mantém um estilo de vida relativamente "discreto" para os padrões dos novos milionários do Vale do Silício. Mora em uma casa modesta em Palo Alto, Califórnia e frequentemente vai a pé para o trabalho. Na empresa, é visto como um chefe que participa das discussões e sabe ouvir as opiniões dos funcionários e até o momento nunca deu sinais de autoritarismo e mantém um padrão de cobrança para que os resultados sejam entregues conforme o combinado.
Com estimados 400 milhões de usuários, o Facebook tem como missão facilitar a capacidade das pessoas de compartilhar quase tudo com todo mundo via sites, telefones móveis e até mesmo videogames. A preocupação de Zuckerberg é capitalizar a companhia mantendo o zelo com a criatividade e o controle das finanças. Até quando ele conseguirá se manter distante do voraz e tentador mundo de Wall Street?
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sábado, 20 de março de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Feitas para durar - As estrelas da Bolsa
Feitas para durar
Boas práticas de administração dão resultado no longo prazo
Na seção Eu & Investimentos do jornal Valor, trouxe uma lista de empresas relativamente desconhecidas mais que em duas décadas tiveram uma valorização maior do que empresas como Gerdau, Itaú, Unibanco, Vale e Petrobrás.
Resistência ou bem administradas?
Essas empresas resistiram às intempéries do mercado, crises, confisco do governo Collor, à abertura de mercado e chegaram aos anos 2000 com uma valorização de causar inveja a muitos grandes grupos. Todas são veteranas da bolsa de valores. Um disciplinado investidor que tivesse aplicado em uma carteira com papéis de empresas como Gerdau, Itaú, Unibanco, Vale e Petrobrás teria hoje uma aposentadoria milionária, mais com certeza seria um investidor menos milionário do que os que investiram em empresas como Panatlântica e Metisa. A primeira, uma produtora de chapas de aço com sede em Gravataí (RS) valorizou em duas décadas, impressionantes 148.355%, não, não escrevi errado, é isso mesmo, mais de 148 mil %. A segunda é a fabricante de peças para máquinas agrícolas com sede em Timbó (SC), valorizou 49.791% no período. Não são papéis com alta liquidez, por isso não atrai muito os gestores de carteiras, mas também não podem ser considerados “micos”, não fazem parte daquele grupo de empresas quebradas que continuam subindo e descendo na bolsa.
A excelente pesquisa e levantamento de dados realizados pela consultoria Economática mostra que mesmo uma valorização acima dos 40.000% como o da siderúrgica Gerdau é algo sem parâmetro, no mesmo período o Índice Bovespa subiu 5.097%. Nos Estados Unidos, um mercado claro, muito mais maduro, a campeã foi a Dell, com 1.490%. Panatlântica e Metisa são empresas bem administradas e com resultados de lucros crescentes o que dá garantia de pagamento de dividendos todo fim de período. Se nos próximos 20 anos vão surgir novos nomes, só o tempo dirá, mais pode surgir nomes ligados ao setor imobiliário. Observando a lista completa, podemos observar que boa gestão e a contribuição é claro, do crescimento econômico brasileiro contribuíram para o excelente desempenho de boa parte das vencedoras.
Fonte:Valor (www.valor.com.br). Para assinantes como o autor deste blog, a matéria está na versão impressa do jornal, página D1.
domingo, 20 de dezembro de 2009
O fenômeno "X"
Eike Batista é sem dúvida alguma um dos expoentes do que podemos chamar de "genialidade do empreendedorismo", tirando todas as controvérsias que recaem sobre o empresário, até os mais fervorosos inimigos ou concorrentes assumem a fantástica capacidade de gerar valor a negócios que aparentemente ou aos olhos dos incréculos não atrairíam investidores sem antes mostrar resultados reais e concisos. Mais Eike possui uma espécia de dom que alguns chamam de "toque de midas". Recentemente o negócio que mais tem chamado a atenção do mercado e dos analistas especializados é a LLX Logística, empresa que reúne os negócios portuários do grupo EBS, nesta semana (2a 12/2009) a empresa atingiu a marca de R$ 6 bilhões de valor de mercado. O número é ainda mais impressionante porque a empresa que nem saiu do papel ainda e é superior em 40% aos R$ 4,4 bilhões das três concorrentes que também estão listadas na bolsa: Santos Brasil, Log-Ine e Wilson, Sons. De janeiro até esta semana, as ações da LLX valorizaram 481,4%. A matéria completa mais informações sobre a LLX você encontra na reportagem de Francisco Góes, publicada no jornal Valor em 17/12/2009. http://www.valoronline.com.br/?impresso/caderno_a/83/6007807/llx-logistica-vale-mais-que-concorrentes
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