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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Faça o que é preciso! Simples assim...
Não é receita de bolo, mais bem que poderia. Ação, comprometimento, foco e consciência ou disciplina são os ingredientes necessários para fazer o que é preciso. Se concorda ou não, comente!
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Qual sua atitude? Foco: Problema ou Potencialidade
Uma organização que deseja uma mudança duradoura, deve buscar apoio nas potencialidades, nos pontos fortes, deve sonhar, imaginar e construir novas formas de trabalhar e organizar-se. Manter o foco na análise dos problemas é o caminho mais curto para estruir o potencial criativo e reduzir o valor da inovação.
Experiëncias comprovam que concentrar-se nos problemas constitui um modelo de transformação que além de lento, é também intrusivo. A lentidão é facilmente entendida quando observamos que há um longo caminho de análise até que chegue o momento das ações que impulsionam verdadeiramente as mudanças. Nesse modelo, diversas áreas da organização são sinalizadas o que requer atenção e tempo das pessoas envolvidas e tudo isso de forma negativa, porque psicologicamente o ser humano reage com menor atração e disponibilidade quando é acionado para resolver problemas.
Não estou dizendo com isso, que os problemas não devem ser analisados e resolvidos, muito pelo contrário, o que proponho é uma maneira inteligente de atacar os problemas, chamando atenção para o que não funciona e incentivando as pessoas a contribuirem com idéias e soluções inovadoras para tornar melhorar o que não está funcionando como deveria, ou seja, mudar a atitude.
Alguns pilares sustentam essa nova maneira de criar soluções, são eles: orientação positiva, influência no futuro presente e orientação de soluções. Ao deixar a análise um pouco de lado, as forças serão direcionadas para desafios que por si só motivam os envolvidos, busca de soluções para melhorar e não apenas corrigir um determinado erro, que por certo exigirá um enorme desperdício de tempo, o pode causar prejuízos consideráveis, seja qual for o negócio ou área de atuação.
Experiëncias comprovam que concentrar-se nos problemas constitui um modelo de transformação que além de lento, é também intrusivo. A lentidão é facilmente entendida quando observamos que há um longo caminho de análise até que chegue o momento das ações que impulsionam verdadeiramente as mudanças. Nesse modelo, diversas áreas da organização são sinalizadas o que requer atenção e tempo das pessoas envolvidas e tudo isso de forma negativa, porque psicologicamente o ser humano reage com menor atração e disponibilidade quando é acionado para resolver problemas.
Não estou dizendo com isso, que os problemas não devem ser analisados e resolvidos, muito pelo contrário, o que proponho é uma maneira inteligente de atacar os problemas, chamando atenção para o que não funciona e incentivando as pessoas a contribuirem com idéias e soluções inovadoras para tornar melhorar o que não está funcionando como deveria, ou seja, mudar a atitude.
Alguns pilares sustentam essa nova maneira de criar soluções, são eles: orientação positiva, influência no futuro presente e orientação de soluções. Ao deixar a análise um pouco de lado, as forças serão direcionadas para desafios que por si só motivam os envolvidos, busca de soluções para melhorar e não apenas corrigir um determinado erro, que por certo exigirá um enorme desperdício de tempo, o pode causar prejuízos consideráveis, seja qual for o negócio ou área de atuação.
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Como transformar uma empresa comum em uma empresa de alta performance?
É preciso muito mais que uma boa dose de vontade. É preciso adotar um novo modelo de gestão, que possibilite um ambiente decisivo para o sucesso hoje e no futuro. A cada dia é necessário atingir altos níveis de produtividade, eficiência operacional e qualidade. Requisitos fundamentais para a conquista desse objetivo, ainda mais em um ambiente de negócios altamente competitivo.
Não é realmente um caminho fácil, até porque se assim fosse, o sucesso não seria tão desejado e reflexo de uma trajetória repleta de conquistas, vitórias e fonte de inspiração para inúmeras pessoas e organizações. Observar os pontos críticos, comprender os vetores da aprendizagem e performance, investir em pesquisa e desenvolvimento e principalmente, acompanhar os indicadores que ajudarão a medir as metas estabelecidas é mais do que necessário para que uma organização consiga se tornar de alta performance. Mais o fator que no meu ponto de vista faz toda diferença para que essa transformação aconteça é que cada colaborador deve estar perfeitamente engajado, orientado e capacitado para executar suas atividades. E nessa área (RH), é preciso entender que conflitos sempre farão parte do ambiente e é bom que eles existam pois só assim é possível encontrare construir soluções inovadoras e supreender o mercado com produtos ou serviços que possam diferenciados. Uma coisa é certa, o que diferencia uma empresa de alta performance de uma empresa comum é a capacidade e qualidade do que é executado diariamente por cada colaborador.
Temos sempre algo novo a aprender e melhorar, seja em que área for e uma atitude que pode colaborar para que o crescimento individual e coletivo é iniciar cada dia com o seguinte questionamento: "O que eu posso fazer hoje, melhor do que ontem?" O que você o que tem feito para se tornar um profissional de alta performance? Até a próxima
Não é realmente um caminho fácil, até porque se assim fosse, o sucesso não seria tão desejado e reflexo de uma trajetória repleta de conquistas, vitórias e fonte de inspiração para inúmeras pessoas e organizações. Observar os pontos críticos, comprender os vetores da aprendizagem e performance, investir em pesquisa e desenvolvimento e principalmente, acompanhar os indicadores que ajudarão a medir as metas estabelecidas é mais do que necessário para que uma organização consiga se tornar de alta performance. Mais o fator que no meu ponto de vista faz toda diferença para que essa transformação aconteça é que cada colaborador deve estar perfeitamente engajado, orientado e capacitado para executar suas atividades. E nessa área (RH), é preciso entender que conflitos sempre farão parte do ambiente e é bom que eles existam pois só assim é possível encontrare construir soluções inovadoras e supreender o mercado com produtos ou serviços que possam diferenciados. Uma coisa é certa, o que diferencia uma empresa de alta performance de uma empresa comum é a capacidade e qualidade do que é executado diariamente por cada colaborador.
Temos sempre algo novo a aprender e melhorar, seja em que área for e uma atitude que pode colaborar para que o crescimento individual e coletivo é iniciar cada dia com o seguinte questionamento: "O que eu posso fazer hoje, melhor do que ontem?" O que você o que tem feito para se tornar um profissional de alta performance? Até a próxima
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Bretas em fase de crescimento
Ocupando o quinto lugar em vendas no país, a rede de supermercados Bretas é o primeiro da lista com capital 100% nacional. O grupo mineiro pretende chegar a 71 lojas até o final de 2010 o que fará aumentar em até 20% o faturamento, que em 2009 foi de R$ 2,1 bilhões. Também não está descartada a entrada de um novo sócio, que muito provavelmente será de fora da família. O diretor do grupo, Estevão Duarte de Assis, que dirige o grupo em sociedade com outros 11 parentes, diz que o grupo tem como principal estratégia "ser grande e pequeno ao mesmo tempo", entenda-se "pequeno" estar presente em cidades médias do interior e destinar até 25% de suas gôndolas para fornecedores locais. Goiânia, capital de Goiás, é a maior cidade onde a rede atua e a maior cidade em que o grupo pretende entrar em 2010 será Vitória da Conquista (BA), cidade com 320 mil habitantes.
A estratégia de privilegiar os fornecedores locais, inclui dar prioridade aos fornecedores locais da região para arroz, sorvete, manteiga, macarrão, detergente, sabão, água sanitária, café e outros produtos. O grupo frequentemente é assediado para vender a rede, mais tem resistido a "tentação" por ainda ter um bom controle dos custos e estar relativamente capitalizado, mais segundo Assis, a entrada de um novo sócio de fora do grupo familiar é vista por todos os sócios com uma forma de manter o crescimento da rede em alta.
A rede nasceu em Santa Maria de Itabira (MG), cidade com pouco mais de 12 mil habitantes, deu seu grande salto ao adquirir as lojas localizadas no interior da antiga rede Casas da Banha, falida em 1999 e a rede Mineirão ficou com as lojas de Belo Horizonte (MG). A decisão do grupo foi concentrar a atuação nas cidades médias e nos últimos dois anos, a prioridade foi o Estado de Goiás. Atualmente 42 das 59 lojas estão em Minas Gerais, 16 em Goiás e 1 na Bahia, na cidade de Teixeira de Freitas.
O investimento previsto para 2010 é em torno de R$ 70 milhões, desse total R$ 50 milhões vem de empréstimo junto ao BNDES, fonte de recurso desde 1998. O município goiano de Itumbiara está entre os escolhidos para receber uma das novas lojas da rede, além de Goiânia.
O diretor do grupo vive em um apartamento de 3 quartos e sem televisão e com uma retirada de apenas R$ 5 mil mensais. Doa R$ 45 mil mensais para entidades vinculadas à ordem franciscana e recentemente foi eleito para a presidência da Associação Mineira de Supermercados.
A estratégia de privilegiar os fornecedores locais, inclui dar prioridade aos fornecedores locais da região para arroz, sorvete, manteiga, macarrão, detergente, sabão, água sanitária, café e outros produtos. O grupo frequentemente é assediado para vender a rede, mais tem resistido a "tentação" por ainda ter um bom controle dos custos e estar relativamente capitalizado, mais segundo Assis, a entrada de um novo sócio de fora do grupo familiar é vista por todos os sócios com uma forma de manter o crescimento da rede em alta.
A rede nasceu em Santa Maria de Itabira (MG), cidade com pouco mais de 12 mil habitantes, deu seu grande salto ao adquirir as lojas localizadas no interior da antiga rede Casas da Banha, falida em 1999 e a rede Mineirão ficou com as lojas de Belo Horizonte (MG). A decisão do grupo foi concentrar a atuação nas cidades médias e nos últimos dois anos, a prioridade foi o Estado de Goiás. Atualmente 42 das 59 lojas estão em Minas Gerais, 16 em Goiás e 1 na Bahia, na cidade de Teixeira de Freitas.
O investimento previsto para 2010 é em torno de R$ 70 milhões, desse total R$ 50 milhões vem de empréstimo junto ao BNDES, fonte de recurso desde 1998. O município goiano de Itumbiara está entre os escolhidos para receber uma das novas lojas da rede, além de Goiânia.
O diretor do grupo vive em um apartamento de 3 quartos e sem televisão e com uma retirada de apenas R$ 5 mil mensais. Doa R$ 45 mil mensais para entidades vinculadas à ordem franciscana e recentemente foi eleito para a presidência da Associação Mineira de Supermercados.
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