Atender com eficiência o deficiente!
O atendimento que sua empresa presta ao deficiente físico é eficiente?
É bom parar para avaliar o atendimento prestado pela sua empresa aos deficientes físicos, afinal, há no Brasil cerca de 25 milhões de pessoas portadoras de algum tipo de deficiência física e que juntas gastam mais de R$ 100 bilhões em bens de consumo ao ano. E se você ainda precisa de mais algum bom motivo pra avaliar ou reavaliar o atendimento prestado, saiba que quando uma pessoa portadora de deficiência não for bem tratada, sua empresa não receberá tão cedo outra visita e muito menos de alguém para quem esta pessoa testemunhar o mau tratamento, justamente porque estas pessoas possuem laços emocionais fortes com parentes e amigos. É fácil compreender isso e prestar atenção a assuntos como este, basta se colocar no lugar dessas pessoas ou ser amigo ou parente de uma.
O que me motivou escrever sobre o tema foi um fato que presenciei em uma churrascaria, onde o garçom ao atender uma mulher cadeirante dirigia-se apenas ao marido: “Sua esposa prefere qual tipo de carne?” e “Ela prefere bem ou mal passada?”. Apesar de em alguns momentos a própria mulher responder às perguntas, o garçom continuou a cometer absurdos durante o atendimento. Fatos como este mostram o despreparo de muitas empresas no que se refere à qualidade do atendimento prestado e que o quanto a equipe está mal treinada para atender corretamente os diferentes públicos.
Felizmente é crescente a procura para melhorar o atendimento a deficientes está crescendo e não poderia ser diferente, senão pelo volume de consumo que eles movimentam, pelo menos no que se refere a atender bem a todos os clientes sem fazer distinção, fazendo com que no mínimo o cliente prefira uma empresa em detrimento de outra.
Já algum tempo, empresas preocupadas em melhorar o atendimento têm buscado informações que possam ajudá-las a enxergar os pontos críticos para corrigir as falhas, através de um serviço que está cada vez mais em alta: o cliente secreto. A novidade é que agora as empresas que prestam esse tipo de serviço também contam com o cliente secreto portador de deficiência. Algumas chegam a ter colaboradores espalhados por diversas cidades no país.
Em uma pesquisa realizada pela Shopper Experience mostra os erros mais comuns praticados no atendimento a clientes com deficiência física.
· Deficientes visuais
O vendedor segura no braço do deficiente visual para guiá-lo, mas isso tira o seu equilíbrio. O correto é oferecer o braço para que o deficiente visual se apóie.
Outro erro é brincar com o cão guia, isso distrai o animal do seu trabalho.
O vendedor segura no braço do deficiente visual para guiá-lo, mas isso tira o seu equilíbrio. O correto é oferecer o braço para que o deficiente visual se apóie.
Outro erro é brincar com o cão guia, isso distrai o animal do seu trabalho.
· Deficientes auditivos
O atendente fala rápido demais, impossibilitando a leitura labial por parte do deficiente auditivo.
O atendente fala rápido demais, impossibilitando a leitura labial por parte do deficiente auditivo.
· Cadeirantes
O cadeirante que chega acompanhado é simplesmente ignorado, o atendimento é feito ao seu acompanhante e não a ele diretamente.
O cadeirante que chega acompanhado é simplesmente ignorado, o atendimento é feito ao seu acompanhante e não a ele diretamente.
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